Atualizações de outubro, 2008 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos de teclado

  • Harry 18:53 em October 10, 2008 Link Permanente | Responder  

    The Outbreak 

    Terça-feira, muitas pessoas trabalhando, muitas pessoas estudando e, principalmente, muito mais pessoas ainda vagabundeando. Inclua-me neste último.

    Bem, nada melhor pra uma terça (salvo as outras infinitas opções) do que um jogo legal online, né? NÃO??

    BUT DUDE, esse não é um jogo normal, yeah, THIS IS THE ONE! No melhor estilo RPG solo, o The Outbreak é um jogo de decisões. Funciona assim: você assiste a uma pequena intro que te explica a estória e, no final, you’ll have to choice what you gonna do next, entre duas opções distintas, após isso, you’ll watch the consequences of your last decision, que o levará a ter que tomar outra e, assim, sucessivamente, até você perecer ou até o fim do jogo.

    “Save the chearleader… Save the World (…)” – Hiro Nakamura, THE ONE.

    “ffffffff….”Cara que você controla.

    O mais legal é que, a qualquer momento, dá pra ver o que poderia ter acontecido se você não fosse tão burro morto, ou se tivesse sobrevivido. Na primeira vez que eu joguei já morri na segunda decisão, SHIT!

    Em Chapter Select tem um fluxograma das suas cagadas ações.

    “Aí Dom, esse Harry tá de sacanagem, escrevendo tudo em ingrêis, tá tirano a favela? GO TO HELL, ASS HOLE!!” – Leitor desavisado lendo este post.

    Perdoe-me, eu não quero desmerecer o seu respectivo local de moradia, mas as orações destacadas em Inglês contidas aqui são apenas para testar o seu domínio da língua, pois se nem esse “bê-a-bá” você pôde compreender, faça o favor, não perca o seu tempo com o jogo (que é todo feito em inglês), aproveite-o melhor e entre para o grupo das pessoas que estão estudando. LOSER!

     
  • Harry 15:11 em October 10, 2008 Link Permanente | Responder  

    you’re OWNED, biiitch! 

    Sabe a história do depoimento do tipo “NÃO ACEITA, PORRA!”, então…

    Tá pequenininho?? Clica que aumenta…

    Aqui jaz o perfil da insatisfeita, e seus quase 8 mil recadinhos, carinhosamente apelidada de “Michele Cavernão”.

    Essa môlerada, vô ti contar. Propaganda do meu, ninguém faz, NÉ?

    EM TEMPO: E não é que só com os 10cm o cara conseguiu FODER COM ELA?! Como diria o velho deitado, “Tamanho não é documento”, realmente.

     
  • Harry 03:04 em September 09, 2008 Link Permanente | Responder  

    Olha o Google aí traveis… 

    Como se já não bastasse, depois da treta entre a atriz gorda Preta Gil e o Gãgol por causa disso, mais uma mancada da gigante multinacional vem à tona: sabe o Language Tools? Aquele servicinho meia boca de tradução online do Gúgol? Então, desta vez o pepino é de lá…

    É o seguintch… Acesse o Language Tools, selecione para traduzir, de Português para Inglês, a expressão “USA é o pior país do mundo”. Feito isso, botão “traduzir” e voilà: um segredo secreto que ninguém sabe!

    ÊPA! PERAÊ!!! Quem fala mal do meu país aqui sou EU! E eu sou muito bom nisso, obrigado. Não preciso de nenhum norte-americanozinho fdp pra ajudar, fui claro?

    Malditos sejam esses anglo-saxônicos! É por isso que eu torço pra que a crise nos EUA chegue num ponto onde faça até tio Bill sair catar papelão na rua…

     
    • renatoetc 18:20 em setembro 09, 2008 Link Permanente

  • Harry 19:14 em September 09, 2008 Link Permanente | Responder  

    Orbox B 

    O Orbox B é um daqueles jogos de raciocínio lógico em que você joga alguns milhares de vezes o mesmo level até deduzir a maneira correta. Depois de torrar o cerebelo num level, você acaba ganhando, fica feliz, se acha o máximo, passa para o próximo e começa tudo outra vez.

    E quando finalmente você chega num level que supera a sua capacidade, quase que instantaneamente o jogo se torna uma bosta. É ou não é verdade?


    Trinta malditos levels te esperam. Quem passar do 13º tem o furico danado. E tenho dito.

    Pensou que eu e meus joguinhos fúteis tínhamos desistido de te alienar?

     
  • Harry 04:36 em September 09, 2008 Link Permanente | Responder  

    PHELPS: the other face 

    Todo mundo conhece esse tal de féupsss, um dos maiores orgulhos da nação estadunidense em toda a história do esporte olímpico. Um cara que com seus magníficos feitios marcou toda uma geração e poderia ser lembrado por muitos até o fim dos tempos.

    Você, como bom leitor que é, deve estar se perguntando: “Mas por quê o verbo “poder” está conjugado no futuro do pretérito do indicativo? Não é mais apropriado que nessa situação seja utilizado o futuro do presente do indicativo, mestre Harry?

    Bem, neste caso eu teria duas respostas:

    1ª) “VTNC.”

    2ª) “MULA! ‘Poderia’, é porque ‘iria poder’, mas por alguma coisa não pode mais… E essa alguma coisa é o vídeo abaixo”, e depois eu soltaria um “VTNC.”

    Apresento-lhes: o Phelps que você não conhece:

    Pô! Apertar o mamilo é totalmente anti-esportivo. Mereceia um ban.

    É lamentável. Até mais ver.

     
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